segunda-feira, 2 de maio de 2011

Como a morte de Osama bin Laden reflete o novo ciclo de notícias online

Perto da meia-noite (horário de Brasília), o diretor de comunicação da Casa Branca, Daniel Pfeiffer, anunciou no Twitter: “POTUS (sigla para Presidente of the United States) fará um discurso à nação hoje às 10h30 PM Eastern Time”. A conta oficial de Barack Obama no Twitter confirmou o anúncio, com link para a transmissão oficial. A especulação sobre o conteúdo só aumentou conforme jornalistas, blogueiros e analistas de política começaram a discutir o teor de um discurso anunciado e preparado às pressas em uma noite de domingo. Quarenta minutos depois (segundocontagem do New York Times), a notícia começou a ganhar corpo: Keith Urbahn, chefe de pessoal do ex-secretário de defesa Donald Rumsfeld, afirmava, a partir do relato “de uma pessoa com reputação”, que o terrorista Osama bin Laden havia sido morto. “Coisa quente”, finalizou. Quentíssima.
Com um espaço de minutos (provavelmente o tempo que jornalistas e blogueiros levaram para confirmar a informação), a morte de bin Laden começou a ser reafirmada e replicada usando fontes anônimas dentro do governo. Trata-se de um quebra-cabeças onde as peças (nem todas genuínas) vão se encaixando em questão de minutos. Steve Brusk, da CNN, confirmou se tratar de um anúncio sobre segurança nacional. O conservador Talking Points Memo citou duas fontes anônimas para confirmar a informação que já circulava no Twitter. O liberal Huffington Postpreferiu se ater à confirmação da Associated Press.
Com um espaço de minutos (provavelmente o tempo que jornalistas e blogueiros levaram para confirmar a informação), a morte de bin Laden começou a ser reafirmada e replicada usando fontes anônimas dentro do governo. Trata-se de um quebra-cabeças onde as peças (nem todas genuínas) vão se encaixando em questão de minutos. Steve Brusk, da CNN, confirmou se tratar de um anúncio sobre segurança nacional. O conservador Talking Points Memo citou duas fontes anônimas para confirmar a informação que já circulava no Twitter. O liberal Huffington Postpreferiu se ater à confirmação da Associated Press.

Ceará: Lançada campanha para criação de Conselhos Municipais

A Coordenadoria Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres lançou na última sexta-feira (29/04), a Campanha de Incentivo à criação dos Conselhos Municipais. O evento aconteceu na Assembleia Legislativa e reuniu representantes do Governo do Estado, parlamentares e a sociedade civil. Para auxiliar no processo de entendimento sobre a importância dos Conselhos será utilizado de forma didática a Coleção Cordel de Bolsa, que contém sete literaturas populares sobre os direitos da mulher.

De acordo com a Coordenadora Estadual, Mônica Barroso, a iniciativa do poder público visa fortalecer a criação de mais um mecanismo de participação popular que consiste na abertura de diálogo em torno do fortalecimento das políticas públicas destinadas à mulher. “A ideia é mudar a realidade das mulheres no Estado, permitindo que todas tenham direito à vida digna”, frisou.

Mônica também enfatizou a importância de percorrer os municípios, conscientizar gestores e informar a população sobre as atribuições de um Conselho. “Essas instituições (Conselhos) estão dando. É deles que saem resoluções para políticas públicas como os Centros de Referências, Delegacias, entre outros instrumentos importantes para as mulheres”, enfatizou.

A Defensora Pública Francilene Gomes destacou o papel do Governo caracterizando como um olhar diferenciado para os debates que por muito tempo não foram possíveis na esfera pública. “Esse momento é de fomentar a cidadania e essa campanha vem com esse compromisso: de incentivar a criação desses Conselhos”.

Morte de Bin Laden faz disparar tráfego na net


A morte de Osama Bin Laden causou um pico de tráfego na Internet, à medida que milhões de pessoas em todo o mundo procuram os sites de informação para lerem sobre o desaparecimento do terrorista que era considerado o inimigo público Nº 1 da América.

O índice de utilização da Internet da Akamai, que mede o tráfego nos principais sites de notícias a que fornece conteúdos, registou 4,1 milhões de páginas visualizadas perto das 23:30 horas (hora de Washington), ou 4:30 horas (hora de Lisboa), ou seja, pela altura em que o Presidente dos EUA, Barack Obama, fazia o anúncio ao mundo.

Segundo a Akamai, isso representa um aumento de 28% na América do Norte e de 24% no tráfego global, quando comparado com as médias registadas para aquela hora.

Segundo o site «Mashable», os números da Akamai podem ainda pecar por defeito, uma vez que o índice apenas mede o tráfego nos sites de notícias, deixando de for a os restantes, onde os internautas podem ter procurado informação.

Os sites das redes sociais assistiram a um forte aumento de actividade à medida que a notícia se espalhou, com o Twitter a registar 4 mil tweets por segundo à hora que Obama discursava, um número que se assemelha ao registado durante o pico da Super Bowl deste ano

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