quarta-feira, 14 de outubro de 2009

senhora capitulo 2

Meu pai embora sendo um homem muito rígido, não me fez desistir de lutar pelos meus objetivos, mas para isso tive que apanhar muito, tive que enfrentar vários preconceitos, o pior deles de levar a fama sem deitar na cama, pois pelo fato de ser uma mulher diferente, sonhadora e lutadora, mulher que não levava desaforo para casa, que não adimitia nenhum tipo de submissão passei a ser mal vista aos olhos das comadres da fazenda, que espalharam aos quatro ventos que eu havia me tornado rameira. E rameira meu amigo, naquela época era tratada pior do que lixo químico, ningúem passava por perto.
Um pai medieval como o meu, jamais aceitaria uma filha excomungada da sociedade, por isso também me excomungou de sua casa e de sua vida. Um dia cheguei da escola a noite e encontrei minhas roupas jogadas ao vento. Minha mãe chorava feito criança. Apanhei minhas humildes roupinhas, fiz uma trouxa e como já estava com o nome sujo na praça, juntei minhas economias e fui me hospedar na pensão de Clotilde, única na região. Clotilde porém não aceitou ao afirmar que lugar de mulher dama era n0o bordel. Sem outra opção, para não ficar na rua e ser estuprada por algum engraçadinho, pois apesar do falatório eu era moça direita, fiz o que a bruaca sugeriu
procurei por Madame Margarett, a dona e proprietária do bordel o bão do amor.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Minha rádio favorita